A mente não nasce nem morre. Ela é a essência do pensamento. Ela é a sabedoria perfeitamente desperta inerente a todos os seres; é o corpo dármico de todos os Budas. Contém em si todas as virtudes e não pode jamais ser maculada pela ilusão.
Todos os seres têm mente, mas, devido ao seu apego à ilusão, sua sabedoria e perfeição fica-lhes oculta. Não é necessário mais que um vislumbre da mente pura para que fantásticas forças sejam liberadas e tudo mude para melhor. A pergunta que se coloca, então, é: como podemos conhecer nossa própria mente?
A mente corre como o vento, não pode ser alcançada.
A mente é como água corrente, sem começo nem fim.
A mente é como a chama de uma vela que queima apenas em condições adequadas; seus pensamentos são como luz bruxuleante.
A mente é como um artista que pinta seu próprio carma.
A mente é um sonho que pode sonhar não ser um sonho.
(Venerável mestre Hsing Yun)
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