segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Poema do arrependimento

Foto: Lou Gaioto




Todo carma prejudicial alguma vez cometido por mim, desde tempos imemoriáveis

Devido à minha ganância, raiva e ignorância sem limites

Nascido de meu corpo, boca e mente

Agora, de tudo, eu me arrependo.



Desde a época de Xaquiamuni Buda esse poema tem sido entoado de quinze em quinze dias, nas luas cheias e luas novas de cada mês.

É um momento de reflexão profunda sobre a nossa responsabilidade.

Somos responsáveis por nossas ações, palavras e pensamentos.

Podemos ter ações, palavras e pensamentos Buda - isto é, com discernimento correto, sabedoria, compreensão profunda da realidade - ou não.

É preciso acordar para a mente à procura da Iluminação, a mente à procura dessa sabedoria, dessa compreensão clara e profunda da realidade.

Tendo acordado para essa mente, precisamos continuar a prática incessante Buda. Falhamos. Assim, de tempos em tempos nos arrependemos e nos comprometemos a nos transformar. Ao menos fazer o esforço de corrigir nossos erros e faltas.

O arrependimento nos purifica e torna acessível a pureza ilimitada e a mente iluminada.

Logo, repita três vezes o poema do Arrependimento e, do seu mais intimo e verdadeiro estado, penetre o Caminho de Buda.

Mãos em prece
Monja Coen

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