segunda-feira, 13 de agosto de 2012

D E S A R M A R




Como desarmar uma cidade, um estado, um país, uma nação e estender a alegria para toda a Criação? Caberia a quem pedir aos jovens que entregassem as armas e encontrassem caminhos de não-violência?

Na verdade, cabe a cada um de nós. Desarmar a mente e o coração. Desarmar a nós mesmos na maneira de falar: atacada, agressiva, violenta, metida. Desarmar na maneira de nos relacionarmos com o meio ambiente, com o lixo nas calçadas, com os bueiros entupidos, com a cidade violentada. Desarmar-se da maneira de pensar no outro como inimigo, seja pobre, seja rico.

Não há inimigos. A cidade é nossa casa. As pessoas compartilham das mesmas necessidades: ternura, pão, amizade, água.

Amor que pega de leve, envolvendo feito fumaça, mas não pode ser ciumento, guerreiro, matador, vingativo. Amor tem que ser bem doce. Tem sexo e reprodução. Tem vida em fermentação.

(Monja Coen - Sempre Zen - aprender, ensinar e ser)

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